quinta-feira, 15 de julho de 2010

Canoas foi presença na CRPJ

Nos dias 02, 03 e 04 de julho do corrente ano aconteceu a reunião da Coordenação Regional da Pastoral da Juventude (CRPJ) em Pelotas na “A Minha Casa Rural”. A reunião começou na sexta feira com acolhida na rodoviária da cidade pelos jovens da diocese. Cada referencia das dioceses e vicariatos que iam chegando eram acolhidos com um doce de Pelotas. Durante o sábado foi partilhada a história de vida de cada jovem da CRPJ e a caminhada da PJ nas Dioceses no ano de 2010. Na tarde o debate girou em torno do Serviço do Setor Juventude Regional e com o estudo da Igreja do Rio Grande do Sul e dos 30 anos das PJ's, assessorado pela Fabiane Asquidamini, da Trilha Cidadã. Ainda no sábado, a Ampliada Nacional da PJ, que acontecerá em janeiro de 2011 no Maranhão, também foi ponto de pauta do encontro. A noite foi realizada uma linda celebração, preparada pelos/as jovens de Pelotas, Rio Grande e Bagé e logo após um momento de integração na praia do Laranjal. No domingo os jovens começaram a planejar as atividades do próximo ano onde será celebrado os 30 anos de pastoral da juventude no estado.
Além dos jovens estiveram presentes na reunião Padre Tarcísio (CNBB), Ir. Zendilde (Setor Juventude Regional), Leonardo Dorneles (ex – secretário liberado da PJ do RS) e Padre Luiz Zanette (Coordenador Pastoral da diocese de Pelotas).

“Sejamos jovens comprometidos com o reino, ousamos sonhar mais 30 anos!”

Equipe Executiva da PJ do RS

Acessem!
Representando o Vicariato de Canoas estavam os jovens Jéferson (que também faz parte da equipe executiva da PJ do RS), Gisele e Giuliano (que também faz parte da assessoria do regional).

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Nova Comunidade no Orkut


Galera amiga!!! Estamos com nova comunidade no Orkut para melhor acompanhar os grupos e de uma forma mais séria e comprometida! Cliquem na imagem acima que vocês serão encaminhados para a nova comunidade!!
Grande abraço!!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Para refletir nossa missão!


A missão que nos foi confiada, como seguidores/as de Jesus, é a garantia de vida segura, e com todos os adjetivos que podemos imaginar. É que a vida, afinal, é a grande prioridade desejada por Deus e, por isso, também sonhada pelo ser humano. Jesus quando andou entre nós foi o peregrino da VIDA por excelência. Todos os relatos sobre seus passos contam de vários encontros Dele com a humanidade. Ele vai revelando o amor do PAI que não pára na morte para que a ação de seus seguidores/as, a exemplo do Mestre não se deixe paralisar frente às situações de morte.
Pensar uma Campanha que tem como eixo a defesa da vida da juventude, contra o extermínio organizado pelo Estado e pela Sociedade, que infelizmente olham para a juventude e a elegem como inimigo público, nos desafia a dar respostas inspiradas no mesmo caminho do Bom Pastor. O bom pastor é aquele que garante a vida, por isto, cuida.
Entre as diversas memórias de Jesus na terra está registrado o encontro Dele com uma viúva. As mulheres, na cultura do Seu tempo, não eram consideradas. Elas somente tinham o reconhecimento social se estivessem ao lado de um homem. Esta conduta era natural e respeitada por todos/as daquela sociedade que tomavam isso como normal, porém, Jesus tem outra postura.
O Evangelista Lucas narra este encontro de Jesus com o jovem morto. A viúva tinha um único filho. Portanto, essa mulher, sem o filho, não mais tomaria parte da sociedade e não teria direito de participar de mais nada desta sociedade. Estava condenada à exclusão, era a morte.
A narrativa fala de dois cortejos: sendo o primeiro, o de Jesus, com os apóstolos e uma grande multidão; o segundo cortejo é formado pelo jovem morto, a mãe viúva e uma grande multidão. O cortejo de Jesus está fora da cidade, portanto, no lugar da exclusão; e o cortejo do jovem morto está saindo da cidade, ou seja, entrando para o mundo da exclusão naquela cultura. E o encontro se dá na porta da cidade.
No sistema neoliberal capitalista, hoje, muitas pessoas não são necessárias para manter um grupo de privilegiados com o seu lucro extremado, o prazer imediato, tudo centrado no individualismo egoísta. A concentração do lucro fica com aqueles/as que são proprietários e estão no topo. Há uma parcela grande da humanidade condenada à morte, à exclusão.
Hoje deparamos com este cortejo a todo o momento em nossa realidade. O jovem morto, famílias, de modo especial, mães chorando seus filhos/as e o Estado e a sociedade indiferente a esta realidade. E em alguns lugares, a Igreja – comunidade dos seguidores/as de Jesus está presente na defesa da vida, em outras, há muitas infidelidades ao Projeto de Vida.
Sabemos que há uma parte desta humanidade que não é necessária para que o sistema funcione para gerar os bens para este pequeno grupo que vive no luxo. Entre os condenados e excluídos, estão milhares de jovens. Uma parte deste grupo de jovens não tem acesso à moradia, lazer, escola, saúde, transporte, alimentação. E para eles/elas é oferecida, com muita facilidade, a droga, na maioria dos casos, a mais barata e mais potente na destruição da pessoa - o Crack. Ou, ainda, a rua, o abandono de toda e qualquer política pública. A droga de fácil acesso justifica quase todas as ações de violência contra este público jovem.
Jesus, diante do caixão do jovem, filho único da viúva de Naim, teve vários gestos. O primeiro foi de se aproximar da mãe: “Não chores!” O outro foi tocar no caixão. Gestos que sua religião condenava severamente porque o tornava impuro. Jesus escolhe a vida, não as regras ou mesmo a naturalização destes costumes que rompem com a condição humana. Ele, com sua ação, interfere no sistema nas suas estruturas, muda a situação da mulher da morte para a vida naquela sociedade. Fala com o jovem: Levanta! Reconhece a sua dignidade porque o coloca de pé frente a sua comunidade.
O movimento que estamos querendo provocar com a Campanha contra o extermínio dos/as jovens, convocando a comunidade a reconhecer que a Juventude quer viver com dignidade, com seus direitos respeitados, tendo oportunidades diferentes e equitativas frente as suas necessidades, nos coloca neste mesmo movimento de Jesus, como seus seguidores/as. A Campanha provoca a pensar-nos a sociedade queremos. O que queremos oferecer aos jovens para que tenham vida e possam ficar de pé, na comunidade da qual ele/ela participa, que palavra ele/ela tem a dizer, que espaços e que oportunidades estamos criando para que esta voz seja ouvida?
A Campanha não tem somente a finalidade de organizar os dados ou os números de estatística. A Campanha é um compromisso com a vida: fortalecer os agrupamentos juvenis, redes de proteção, onde os vínculos sejam fortalecidos, a experiência de grupos afetivos como a família, a Igreja sejam cuidados. A defesa dos direitos para uma vida segura.
A Campanha é um chamado de uma Pastoral, portando de Pastores/as que, na trilha de Jesus, quer repetir os caminhos do Peregrino. Por isto, gestos que denunciam a morte, que quebram as estruturas deste sistema neoliberal capitalista que prevê no seu interior a morte de muitas pessoas. A Campanha precisa romper com o que a sociedade está assumindo como natural. Por exemplo, o serviço de segurança pública é para oferecer segurança a toda a população, não é só para defender a propriedade privada, amontoar em cadeias a maioria da população empobrecida, atualizando os campos de concentração que já conhecemos em nossa história, não é para eleger quem ficará vivo e quem morrerá, não é para selecionar a classe de pessoas que está condenada pelo sistema e eliminar em recriados formos de gás, lugar de eliminação dos indesejados do sistema nazista.
A juventude quer viver! Eis o grito que precisa ecoar no coração do/a Pastor/a da juventude que nós, como comunidade dos que crêem no ressuscitado, anunciamos. Fortalecer os grupos de jovens para que eles/elas vivam a experiência eclesial, e todos possam reconhecer, como viveram os primeiros cristão/ãs: Vede como eles se amam!


Carmem Lucia Teixeira, Coordenadora da Casa da Juventude – Goiânia/GO
Celebração de 1 ano da passagem/ressurreição de Gisley Azevedo - Junho 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

CARTA À PASTORAL DA JUVENTUDE DO VICARIATO DE CANOAS




Caríssimos irmãos e irmãs,
Tanto falamos em nossos grupos de jovens de consciência crítica e a construção de uma Civilização do Amor e de defender nossos espaços na sociedade que agora chegou a hora da ação concreta da nossa juventude pjoteira. Estamos batalhando junto as Pastorais da Juventude do Brasil com a Campanha Nacional Contra a Violência e Extermínio de Jovens, então devemos protestar todos os tipos de violências contra a nossa juventude e lutar pacificamente junto com nossos governantes, que são pessoas que escolhemos para nos representar no Poder Público.
Nos dias 18 e 19 de junho, respectivamente das 13:00 hs às 22:00 hs no auditório do Unilasalle e das 08:30 hs às 11:30 hs na Câmara Municipal dos Vereadores de Canoas, estará ocorrendo a “II” Conferência Municipal da Juventude de Canoas para a escolha da nova composição do Conselho Municipal da Juventude (CONJUV), na qual a Pastoral da Juventude de Canoas faz parte e é presidente, tendo o jovem Giuliano Amaro da Silva como presidente do Conselho, e eu, Jéferson Cristian Guterres de Carvalho, como suplente. Terão voto e voz somente os jovens que residam e tenham titulo de eleitor na cidade de Canoas, mas se os demais jovens do nosso Vicariato de Canoas quiserem estar presentes nesta conferência para agregar a experiência e levar para as suas cidades, sintam-se convidados.
Vamos juntos caminhar rumo a uma nova jornada de escolha e decisão junto com as demais realidades juvenis que existem em nosso município, para que assim o nosso trabalho evangelizador não seja apenas uma oração sem ação, mas sim que seja uma oração de revolução e transformação conforme as propostas do nosso irmão Jesus Cristo.

Jéferson Cristian Guterres de Carvalho – coordenador da PJ do Vicariato Episcopal de Canoas
Jé-o gatinho da PJ

Juventude da Comunidade São José

Uma boa novidade está ocorrendo em nosso Vicariato, no bairro Guajuviras, área Leste. Está se formando um novo grupo de base na Comunidade São José, que pertence a Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Com o acompanhamento da Irmã Maria José, da congregação das irmãs da Divina Providência, alguns jovens se reuniram no fim de tarde de domingo, dia 06 de junho, no salão da capela para debaterem sobre uma possível nucleação. Sendo aceita esta proposta, eles terão o auxílio do grupo de jovens JOCRE, que conta com jovens mais experientes em caminhada pastoral, tendo como membros o coordenador da PJ do Vicariato e os coordenadores da PJ da área Centro-Leste-Oeste, além de mais jovens com experiências em formações paroquiais e de Vicariato.